Torcedor do Boca que fez gestos racistas em jogo contra o Corinthians sequer foi preso preventivamente

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da bet sport: Leonardo Ponzo, torcedor do Boca Juniors detido por atos racistasem jogo contra o Corinthians, na Neo Química Arena, sequer foi encarcerado durante as horas em que esteve na sede do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), em São Paulo, durante a madrugada da última quarta-feira (27).

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Segundo apurou a reportagem do LANCE!, Leonardo, que foi flagrado imitando um macaco em direção à torcida corintiana no intervalo do jogo, não foi preso preventivamente, mesmo com as imagens obtidas pela Polícia Militar no estádio e que certificam as ações do infrator.

Em contato com o Dope-SP, a reportagem foi informada que o procedimento feito com Ponzo foi o de praxe. O argentino, assim como todos os envolvidos na denúncia, foram escutados e ficaram aguardando os procedimentos de rotina. Leonardo esperou em uma sala, sem ir para a cela.

Leonardo foi transportado da Neo Química Arena até o Dope-SP no chamado “chiqueirinho” da viatura policial, parte de trás do veículo equivalente ao porta-malas, enquanto os dois torcedores corintianos que testemunharam o ato racista foram no interior do carro.

A fiança de Leonardo Ponzo foi paga pelo consulado argentino, segundo informação publicada inicialmente pela ‘Folha de S.Paulo’ e confirmada pelo L!.

A reportagem também apurou que os representantes do consulado argentino portavam cerca de R$ 1 mil quando chegaram à sede do Dope-SP e, durante a madrugada, buscaram o restante do valor para completar o pagamento da fiança. Caso os integrantes do consulado tivessem os R$ 3 mil desde o princípio, Ponzo poderia ser liberado antes mesmo do amanhecer da quarta.

A reportagem do LANCE! tentou contato com o consulado argentino em São Paulo por telefone e e-mail, porém até o momento não obteve resposta. Caso haja o retorno, a matéria será atualizada.

Leonardo Ponzo foi liberado do Dope-SP apenas na manhã de quarta-feira (27) e foi acompanhado de quatro representantes do consulado argentino. Ele retornou no mesmo ônibus no qual chegou ao Brasil, já que o veículo aguardou o torcedor para prosseguir viagem de volta à Argentina.

Na tarde desta quinta-feira, em contato com a reportagem, o consulado argentino negou ter pago a fiança do torcedor. De acordo com o informe, os representantes acompanharam Ponzo para garantir os direitos do cidadão argentino no Brasil e que o processo acontecesse dentro da normalidade.

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